Você foi assim,
como o sopro do jardim,
como a brisa do pomar,
que no vento enfeita o ar.
Você vai assim,
como fogos de festim,
mil estrelas somar,
a inundar o nosso olhar.
Então não há fim.
Se a lembrança disser sim,
cada vez que alguem olhar,
como a luz volta a brilhar...
Junto ao verso enfim,
os olhos são estopim
que se acende ao mirara
explodindo em formas o versar.
E aos poeta que o nanquim
ganhou asas de um querubim,
alado de imagens, vão achar,
a falta de algo em seu lugar.
Prá tí Lu... muito bom reencontrar você! Bjus no teu coração.