É noite
música lenta
voz branda
olhar...........
Nossos pés tropeçam no som da música leve
um pouco para cá...................
...................um pouco para lá
rodamos
como se nas praças
das pequenas
cidades
simples,
dançássemos
trôpegos
embriagados,
tontos
...................um pouco para lá
um pouco para cá...................
perfume,
o vento rouba dos cabelos teus,
o relâmpago acende seus faróis
para nos ver dançar
um tudo para cá...................
...................um tudo para lá
Amar, amar, tempo, esperar: Muitos desistem de amar, a maioria, prefere não tentar, desejam, e querem, mais por amor a si próprio se entregam ao medo de deixar de lado e não se arriscar. Amar .... amar é viver, é enxergar cada coisa de um ângulo diferente, é dizer, sentir e fazer, coisas que antes não se imaginava, é conhecer, e por pra fora, o que se guarda. No amor, não existe, perdedor ou ganhador, ganham os dois, no amor, existem sim, a dor, que não se sente, pois alguém cuida da gente.
sábado, 26 de março de 2011
Alma expressa
Minha alma apura
A necessidade de se expressar
Se boca tivesse
Iria gritar
Segredos contidos, alguns, ainda não vividos
Segredos sentidos,
E, outros que sentirei.
Alma inquieta e falante
Se aquiete e voe
Transpire e soe
Expresse em um escrito
O que o olhar não vê
O que o abraço não dê
E para você, que agora me lê
Um abraço dessa alma.
A necessidade de se expressar
Se boca tivesse
Iria gritar
Segredos contidos, alguns, ainda não vividos
Segredos sentidos,
E, outros que sentirei.
Alma inquieta e falante
Se aquiete e voe
Transpire e soe
Expresse em um escrito
O que o olhar não vê
O que o abraço não dê
E para você, que agora me lê
Um abraço dessa alma.
Soneto de amor
Melhor AMOR se faz de coisas certas
Que de sonhares vãos, imaginados
Que os sonhos todos morrem, se guardados
E portas de sonhar são sempre abertas.
AMOR que se detém nas descobertas
E não nos desencontros isolados
É este o definido AMOR dos fados
O AMOR que acerta as vidas mais incertas.
Melhor AMOR se faz de coisas veras
AMOR de encontros, gostos e cuidados
AMOR de estradas longas e sinceras.
Que de sonhares vãos, imaginados
Que os sonhos todos morrem, se guardados
E portas de sonhar são sempre abertas.
AMOR que se detém nas descobertas
E não nos desencontros isolados
É este o definido AMOR dos fados
O AMOR que acerta as vidas mais incertas.
Melhor AMOR se faz de coisas veras
AMOR de encontros, gostos e cuidados
AMOR de estradas longas e sinceras.
sexta-feira, 25 de março de 2011
O mar está zangado...
O mar perdeu a cabeça.
Os terráqueos o sentimento.
O sonho está sem planeta...
A luz sem pensamento.
O mar está zangado.
As matas fogo engole...
O fim já foi anunciado.
Perder a esperança não é mole.
O preço do progresso é caro.
O tsunami no Japão foi um caos...
Nos escombros tudo virou trapo.
Precisamos nos reciclar.
A dor da perda é um fato.
Só nos resta orar.
Os terráqueos o sentimento.
O sonho está sem planeta...
A luz sem pensamento.
O mar está zangado.
As matas fogo engole...
O fim já foi anunciado.
Perder a esperança não é mole.
O preço do progresso é caro.
O tsunami no Japão foi um caos...
Nos escombros tudo virou trapo.
Precisamos nos reciclar.
A dor da perda é um fato.
Só nos resta orar.
Quero, desejo...
Quero um amor
não um qualquer
Nem precisa ser
um amor perfeito
Quero apenas uma mulher
que me ame sem preconceito
Beijando meu rosto
caminhando de mãos dadas
Fazendo comigo tudo
o que tiver direto
Aproveite...tire muito proveito
quero um amor
que seja imperfeito
e que saiba aceitar os meus defeitos
Quero um amor
que respeite...
um alguém que deseja ser feliz
e que me faça também
quero um amor
com muito desejo!
não um qualquer
Nem precisa ser
um amor perfeito
Quero apenas uma mulher
que me ame sem preconceito
Beijando meu rosto
caminhando de mãos dadas
Fazendo comigo tudo
o que tiver direto
Aproveite...tire muito proveito
quero um amor
que seja imperfeito
e que saiba aceitar os meus defeitos
Quero um amor
que respeite...
um alguém que deseja ser feliz
e que me faça também
quero um amor
com muito desejo!
quinta-feira, 24 de março de 2011
É muito grande a sua força interior
"Quando você realmente quer realizar algo,
melhorar, atenuar velhas dores, esquecer males,
a sua força interior atua para concretizar o que deseja.
Uma vez chamada à ação, a sua força agita-se,
agiganta-se, congrega as inteligências e os sentimentos num feixe com poder de criação, ação e transformação imenso, infinito mesmo.
Acredite que pode fazer, congregar, esperar, elevar-se e muito amar.
Deus pôs o que é bom dentro de você para ser usado.
A força interior bem usada é progresso na certa"
melhorar, atenuar velhas dores, esquecer males,
a sua força interior atua para concretizar o que deseja.
Uma vez chamada à ação, a sua força agita-se,
agiganta-se, congrega as inteligências e os sentimentos num feixe com poder de criação, ação e transformação imenso, infinito mesmo.
Acredite que pode fazer, congregar, esperar, elevar-se e muito amar.
Deus pôs o que é bom dentro de você para ser usado.
A força interior bem usada é progresso na certa"
quarta-feira, 23 de março de 2011
Um jeito único de ser...
Me inspira teu jeito de ser,
Assim; despojada, com esse
Ar de liberdade, de felicidade
Posando p’ra mim.
Deusa Grega do amor, Afrodite,
Exalando magia e
Pura sedução.
Um verdadeiro fascínio
Teu semblante inocente
E ao mesmo tempo madura,
Menina-mulher,
Sabe o que quer.
Teu corpo estonteante com
Curvas longilíneas revestidas
Por uma pele macia e delicada,
Deixa um enlevo contemplativo
Em meus olhos.
Enfim, é divinal a explicitude
Do teu jeito de ser,
De tua rara beleza.
Rendo-me aos teus encantos,
Com a certeza do amor que
Queima por ti em meu peito.
Assim; despojada, com esse
Ar de liberdade, de felicidade
Posando p’ra mim.
Deusa Grega do amor, Afrodite,
Exalando magia e
Pura sedução.
Um verdadeiro fascínio
Teu semblante inocente
E ao mesmo tempo madura,
Menina-mulher,
Sabe o que quer.
Teu corpo estonteante com
Curvas longilíneas revestidas
Por uma pele macia e delicada,
Deixa um enlevo contemplativo
Em meus olhos.
Enfim, é divinal a explicitude
Do teu jeito de ser,
De tua rara beleza.
Rendo-me aos teus encantos,
Com a certeza do amor que
Queima por ti em meu peito.
terça-feira, 22 de março de 2011
Amanhã será um outro dia...
Amanhã, será um outro dia
vais acordar bem cedo
Amanhã a dor vai passar
O fogo desta dor tão profunda
que te machuca a alma
a derme e até epiderme
Chorastes hoje sem fim...
pois achastes que o mundo havia acabado...
Estou contigo,
te afago e te protejo...
se ousares cair,
te levanto, te boto prá cima,
faço festa prá tí
o amor é assim...
a gente chora a dor,
para ser o bálsamo
da nossa amada...
vais acordar bem cedo
Amanhã a dor vai passar
O fogo desta dor tão profunda
que te machuca a alma
a derme e até epiderme
Chorastes hoje sem fim...
pois achastes que o mundo havia acabado...
Estou contigo,
te afago e te protejo...
se ousares cair,
te levanto, te boto prá cima,
faço festa prá tí
o amor é assim...
a gente chora a dor,
para ser o bálsamo
da nossa amada...
A Minha Poesia
"Entre os meus desejos, meus feitiços
Onde jamais a Lua é escondida
E a criatividade jamais seja ignorada
Trago sempre a Poesia em meu peito...
Entre os meus desejos escritos
Aonde somente o poeta chega
E a razão é deveras descontente
A emoção será sempre presente...
Como o desabrochar da flor
O extasiante amanhecer
Deixo a noite cair
Para te fazer surgir...
Entre os cantos das divas
Entre ensaios dos maestros
Nas notas inspiradas do amor
Sem ter a rima, a nobre poesia...
Entre livros lidos, emoções contidas
Tiro-te o chapéu! Oh! Nobre poeta
Pela tua coragem, pelos teus escritos
Gravados nas paginas do livro da vida...
Amanhã quem sabe? Se alguém gostará
Se alguma escola adotará a seu ensino
Ser-se-á publicado em um livro
Ou quiçá, ficará tua memória...
Mas aqui agora escrevo e dito
Que jamais quero que seja escrito
Breves homenagens em lápides frias
Porque a poesia não morre jamais... "
Onde jamais a Lua é escondida
E a criatividade jamais seja ignorada
Trago sempre a Poesia em meu peito...
Entre os meus desejos escritos
Aonde somente o poeta chega
E a razão é deveras descontente
A emoção será sempre presente...
Como o desabrochar da flor
O extasiante amanhecer
Deixo a noite cair
Para te fazer surgir...
Entre os cantos das divas
Entre ensaios dos maestros
Nas notas inspiradas do amor
Sem ter a rima, a nobre poesia...
Entre livros lidos, emoções contidas
Tiro-te o chapéu! Oh! Nobre poeta
Pela tua coragem, pelos teus escritos
Gravados nas paginas do livro da vida...
Amanhã quem sabe? Se alguém gostará
Se alguma escola adotará a seu ensino
Ser-se-á publicado em um livro
Ou quiçá, ficará tua memória...
Mas aqui agora escrevo e dito
Que jamais quero que seja escrito
Breves homenagens em lápides frias
Porque a poesia não morre jamais... "
segunda-feira, 21 de março de 2011
Deixa-me tentar
“Deixa-me tentar, quiçá errar
Quiçá...
A chuva passou como eu previa
Quem diria...
Uma fresta de sol brilha outra vez
Talvez...
E nessa ânsia de acertar
Então me perca...
Mas não desisto.
Não sou tão frágil como pareço
A dor conheço
Já não me aflijo...”
Quiçá...
A chuva passou como eu previa
Quem diria...
Uma fresta de sol brilha outra vez
Talvez...
E nessa ânsia de acertar
Então me perca...
Mas não desisto.
Não sou tão frágil como pareço
A dor conheço
Já não me aflijo...”
Noite fria, noite...
Noite fria...
O ar me congela...
Nada me aquece...
Cobertas me guarnecem,
acaloram o meu corpo,
Febril.... tenho muita febre...
mas de minh’alma se esquecem...
Noite vazia...
Os minutos não passam,
as horas se resfriam
e preguiçosamente
empurram os ponteiros
de um relógio cansado,
querendo parar.
Minha solidão aumenta
nessa noite fria,
que não quer terminar...
Os cantos da casa
parecem me olhar...
Desejam me abrigar,
mas, permanecem calados.
O guarda apita, lá fora,
rondando e afrontando o passar das horas.
Sente o frio na pele que o impele
a rondar e a vigiar. E o frio na alma?
É o pior que há!
Talvez não o sinta...
Mas, ele está lá.
Me faz ponderar
que não estou só...
Meu pensamento vai lá, junto a ela, sempre...
Também os anjos da guarda,
apesar da fria madrugada
fazem-me companhia...
Quem sabe me façam poesia!
E a manhã nasça ensolarado,
claro, iluminando, iluminado...
De perceber que tudo que apenas quero, e querer-te bem...
de uma noite fria e vazia.
Agora minh’alma não mais se arrefece...
Ao crer no amanhã, se aquece e adormece.
O ar me congela...
Nada me aquece...
Cobertas me guarnecem,
acaloram o meu corpo,
Febril.... tenho muita febre...
mas de minh’alma se esquecem...
Noite vazia...
Os minutos não passam,
as horas se resfriam
e preguiçosamente
empurram os ponteiros
de um relógio cansado,
querendo parar.
Minha solidão aumenta
nessa noite fria,
que não quer terminar...
Os cantos da casa
parecem me olhar...
Desejam me abrigar,
mas, permanecem calados.
O guarda apita, lá fora,
rondando e afrontando o passar das horas.
Sente o frio na pele que o impele
a rondar e a vigiar. E o frio na alma?
É o pior que há!
Talvez não o sinta...
Mas, ele está lá.
Me faz ponderar
que não estou só...
Meu pensamento vai lá, junto a ela, sempre...
Também os anjos da guarda,
apesar da fria madrugada
fazem-me companhia...
Quem sabe me façam poesia!
E a manhã nasça ensolarado,
claro, iluminando, iluminado...
De perceber que tudo que apenas quero, e querer-te bem...
de uma noite fria e vazia.
Agora minh’alma não mais se arrefece...
Ao crer no amanhã, se aquece e adormece.
domingo, 20 de março de 2011
Minha Estrela...
És a minha estrela cadente
És tu que me proteges do
bem e do mal.
És aquela estrela que estrela que
Brilha lá bem no alto a quem
Posso desejar e falar.
És cadente porque brilhas e fazes
brilhar o meu coração.
És aquela estrela com quem posso
Falar e desabafar porque tu apesar
Estrela és o meu anjo.
Um anjo que me guarda e me salva.
Tu és tudo mais que isto junto.
Tu és sobre tudo o meu grande amor.
És tu que me proteges do
bem e do mal.
És aquela estrela que estrela que
Brilha lá bem no alto a quem
Posso desejar e falar.
És cadente porque brilhas e fazes
brilhar o meu coração.
És aquela estrela com quem posso
Falar e desabafar porque tu apesar
Estrela és o meu anjo.
Um anjo que me guarda e me salva.
Tu és tudo mais que isto junto.
Tu és sobre tudo o meu grande amor.
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